A deslocação privada do Presidente, João Lourenço, ao Brasil, onde
permaneceu durante 22 dias, ficou marcada pela excessiva circulação de
informações falsas que foram publicados maioritariamente nas redes sociais,
sobre um alegado estado de saúde crítico do Presidente angolano.
As informações falsas deram origem a várias especulações em
determinados grupos da sociedade, o que revela uma acentuada irresponsabilidade
que muitos cidadãos insistem em assumir devido o risco de serem
responsabilizados judicialmente pela propagação de calúnias, difamação,
injúrias, violação do direito ao bom nome', entre outras práticas de fórum
jurídico.
A aparente ignorância de muitos cidadãos sobre o conhecimento do que
são realmente factos de interesse público, ganha cada vez mais espaço para
debate, quanto aos riscos da massificação da desinformação e as suas
consequências na formação da opinião pública.

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