Apesar de muitos países ainda não terem a demanda acrescida porque têm
os seus estoques de combustível, na realidade também pagam mais caro para garantir abastecimento. Entretanto, os especialistas alegam que para os países que possuem estoques, esse alívio é temporário. Traders já alertam
que um ajuste severo está a caminho.
Com o bloqueio a alcançar à nona semana, a chamada destruição da
demanda que começou em sectores menos visíveis, como o petroquímico começa a se
espalhar, de forma silenciosa, para mercados do dia-a-dia em todo mundo.
A demanda global já enfrenta uma queda de 5,3 milhões de barris por dia
neste trimestre, e uma interrupção de 12 semanas em Hormuz levaria o Brent
Dated, principal referência física mundial, acima do recorde deste mês, para
US$ 154 por barril, segundo a consultoria FGE NexantECA.

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