A geopolítica internacional traz a ribalta novos cenários de incertezas que revelam a possibilidade da ocorrência da terceira grande guerra, à também designada “guerra mundial”.
Depois dos Estados Unidos de América (EUA) ter invalidado todos preceitos do direito internacional mostrando que não passam de meras palavras transcritas nos papéis, e que nada valem perante a força da imposição, estando os EUA à agir em forma de desespero generalizado, e por isso decidiu jogar tudo por não ter nada a perder perante a eminente falência económica, que vai dar origem a uma nova ordem mundial, o Presidente Americano, Donald Trump assumiu publicamente que o próximo alvo dos EUA será a invasão de Cuba.
Sem o equilíbrio de forças das outras potências mundiais, diante dos governos que se ajoelham evocando súplicas de gratidão devido o medo de poderem ser desagradáveis a instabilidade do humor do auto declarado dono do mundo; o Presidente Donald Trump tem revelado ao mundo que contam-se nos dedos os países que têm realmente líderes a dimensão dos seus povos, e a Espanha, devido a coragem do seu Presidente Pedro Sánchez que converteu a Espanha em um dos poucos países que passa a ter a fama internacional de ser forte mas que se arrisca a sentir o peso desta coragem com os embargos que causam a fome generalizada no estômago do povo; Cuba que o diga!
Os episódios de covardia internacional vão se alastrando, e muitos governos que antes acusavam a China e a Rússia de imperialistas, agora tentam atirar para a China e a Rússia o papel de guardiões do mundo quando por trás estão apenas a tentar desviar a atenção do Presidente Americano para não serem os próximos alvos dos EUA.
Ao governo cubano resta apenas acção imediata da magia da já enfraquecida diplomacia ou antecipação pela acção da reforma política. Contrariamente a estas possibilidades, a ingratidão dos países a quem Cuba já prestou ajuda e tem como amigos e parceiros será um facto de decepção internacional.
Depois de Cuba, médio oriente, ocidente, o continente africano será o palco das guerras para a reconstrução dos outros continentes.
Curiosamente, a tão propagada intenção acusatória do ocidente de que a Rússia pretende invadir a europa, tem sido um facto praticado pelos EUA, e por pura covardia até este momento, ninguém na União Europeia tem a coragem de denunciar às acções imperialistas praticadas pelos EUA. A política internacional passou a ser a escola da hipocrisia.

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