Em volta de inúmeras incertezas e dúvidas, surgem às especulações em
torno da sucessão para a candidatura ao cargo de presidente da República de
Angola, indicado pelo partido MPLA.
Descartados os auto-designados candidatos naturais, por
revelarem de forma prematura uma fervorosa ambição de virem a assumir o cargo,
fica cada vez mais evidente a provável indicação de uma mulher como candidata
ao cargo.
Garantida pela experiência do modelo de eficácia da coesão política, o
presidente João Manuel Gonçalves Lourenço tem a responsabilidade, dando início a
um processo de transferência do poder de forma discreta e articulada, salvaguardado
pela interdependência de poderes. Muitos recusam acreditar, mas a futura
candidata a presidência da República de Angola há muito que já ensaia à agenda
de Chefe de Estado.

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