Como sabemos, a profunda reforma governamental muito esperada ainda não
está concretizada. A razão do adiamento da “reforma brusca” da equipa
governamental se deve a necessidade da reorganização da agenda interna do
Presidente da República.
Porém, depois do último ensaio, através da projecção de uma nova
ministra da educação, sendo o sector da educação considerado um dos sectores
mais crítico da sociedade, à aparente indiferença da classe, deixa evidente que
o actual silêncio social esta a funcionar como um aviso sobre o que realmente
esta a se passar no contexto da opinião pública.
Há uma mão aparentemente invisível a retardar a reforma tão esperada do
governo. Mas gradualmente vão surgir os novos rostos que irão fazer parte do
governo assumindo cargos públicos.

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